domingo, 31 de julho de 2011

Discurso do Rei

Por que eu ainda não tinha assistido esse filme? Não é por acaso que teve 12 indicações ao Oscar.
Adorei, é tão sensível que, segundo dizem, até a rainha Elizabeth II assistiu ao filme e ficou emocionada. E não é pouca coisa, imaginem que Colin Firth interpreteu seu pai!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mumford & Sons: White blank page

Ouvindo agora...



Letra:
Can you lie next to her and give her your heart, your heart?
As well as your body, and can you lie next to her and confess your love, your love?
As well as your folly and can you kneel before the king and say I'm clean, I'm clean

But tell me now where was my fault, in loving you with my whole heart?Oh tell me now where was my fault, in loving you with my whole heart?

A white blank page and a swelling rage, rage
You did not think when you sent me to the brink, to the brink
You desired my attention but denied my affections, my affections

So tell me now where was my fault, in loving you with my whole heart?Oh tell me now where was my fault, in loving you with my whole heart?

Heart, heart...

Lead me to the truth and I will follow you with my whole life
Oh lead me to the truth and I will follow you with my whole life

Heart, heart...
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Mas me diga agora onde está minha culpa, em te amar com todo meu coração?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A Sangrenta e bárbara Festa de São Firmino - Pamplona, Espanha

A Festa, sangrenta, de São Firmino acontece em Pamplona (Espanha - país de primeiro mundo?) desde 1591, em homenagem ao padroeiro da cidade. Percebam que é uma festa com motivo religioso, imaginem se não fosse. Imaginem se fosse para comemorar alguma batalha! Bom, aí talvez a barbárie fosse ainda maior. Além do mais, em 1591 até consigo compreender que as pessoas se divertissem maltratando animais - não tinham muito o que fazer e tinham muito menos instrução e educação- mas hoje em dia? E tudo o que evoluímos de lá para cá, não serviu para nada? Não ficamos mais civilizados?
Turistas e moradores locais, durante os nove dias de "festa", saem às ruas para acompanhar os shows, PROCISSÕES (?), touradas e a "encierros", que é quando botam os bois nas ruas para correr atrás das pessoas. Obviamente que o pessoal faz de tudo para provocá-los e os bichos enfurecidos, eventualmente, chifram e matam alguns dos "foliões". Foliões, pois isso parece uma versão animalesca, brutal e estúpida de carnaval.
Apesar dos apelos de várias partes do mundo, de entidades protetoras dos animais, de protetores dos direitos humanos, pedirem o fim dessa comemoração tão bárbara e cruel, a festa de São Firmino continua acontecendo em pleno 2011. Ou seja, são 420 anos dessa cultura vergonhosa.
Dizem que cultura não se discute, se respeita. Não concordo, acho que tudo na vida é questionável. Se questiona, se verificam os motivos e se eles forem plausíveis, aceitáveis, toleráveis, se respeita, caso contrário deveriam ser revistos. Tanto assim que senão não poderíamos ir contra a cultura de sociedades machistas onde homens batem e subjulgam as mulheres, por exemplo.
Tanto a Festa de São Firmino deveria acabar, como as tradicionais touradas, que também são uma estupidez. Não sou contra matar um boi para comer. Sou contra matar qualquer animal para diversão. Sou contra até mesmo aqueles lugares em que se paga para pegar o peixe e aí, como se fôssemos bonzinhos, depois devolvêmo-los para o rio. Entretanto, para o pegarmos tivemos de enfiar-lhes anzóis, muitos acabam morrendo pela ferida e por não conseguirem alimentar-se devidamente.
Machucar, maltratar animais por diversão é tão irracional...





















Fonte: http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/festa-de-sao-firmino-tradicao-e-risco/

sábado, 9 de julho de 2011

Mumford & Sons - Little Lion Man (Bookshop Sessions)

Para quem gosta de ouvir novos sons, fica Mumford & Sons, que me foi apresentado pela minha filha...


quinta-feira, 30 de junho de 2011

História real igual ao do filme : Como se fosse a primeira vez


Todo os dias, Michelle Philpots tem que conviver com os bilhetinhos de seu marido para deixá-la a par de tudo que acontece. A britânica sofre de um caso raro de amnésia - ela nunca lembra do dia anterior, como no filme "Como se Fosse a Primeira Vez".
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A causa do problema da britânica seriam dois acidentes de carro, em 1985 e em 1990. O caso se desenvolveu e, desde 1994, Michelle não lembra de nada o que aconteceu no dia anterior.
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O marido mostra a Michelle, todos os dias pela manhã, fotos do álbum de casamento dos dois. Esse é o único jeito dela aceitar conversar com ele, igual ao filme. Isso é que é amor!
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Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4485458-EI238,00-Mulher+acorda+sem+lembrar+do+que+fez+no+dia+anterior+desde.html

sábado, 18 de junho de 2011

Os carros são os donos das ruas?


O vídeo é um desabafo, abaixo está o meu...
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Há pouco tempo aqui em Porto Alegre um motorista arrogante se achou no direito de passar por cima de ciclistas que estavam atravancando o seu caminho. Agora, por conta de um motorista, como muitos por aí, morre um ciclista ativista, uma dessas pessoas que anda de bicicleta por acreditar que com mais bicicletas nas ruas e menos carros, a vida em sociedade ficará melhor. Antônio Bertolucci sempre ia de bicicleta para o trabalho, apesar de poder ir com um mega carro, já que era um dos Presidentes da Lorenzetti, ia porque acreditava na importância de as pessoas usarem a bicicleta como forma de transporte, limpo, digno e social. Como ele, vários países europeus também pensam assim e, não à toa, são de primeiro mundo.
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Engraçado, o motorista esquece que em algum momento ele também é pedestre ou pode ser um ciclista. O que temos visto são motoristas irresponsáveis achando que são os donos das ruas, e o pior é o Estado também parece pensar assim, talvez pela quantidade de impostos que receba deles, talvez porque já esteja entranhado nas pessoas que quem está dentro de um carro é um ser superior e que, portanto, merece respeito e mais privilégios do que os outros seres que estão sem o carro.
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Aqui no Brasil temos as seguintes situações:
1 - Quem anda de carro é bem tratado e considerado uma pessoa de bem (porque se tem um carro, em tese, tem algum dinheiro, não é tão pobre);
2 - Quem anda à pé (ainda que tenha acabado de deixar o carro no estacionamento)é considerado como ser inferior em relação aos motoristas que andam blindados e protegidos em seus carros. As pessoas andantes têm menos respeito e consideração pela sociedade, pois na nossa cultura merece respeito se estiver dentro de um carro. Logo, se ela estiver passando na metade da faixa de pedestre e o sinal fechar para ela, melhor sair correndo porque os carros com toda a certeza irão passar por cima dela. Isso não foi uma piada, é realidade infeliz e cruel. Tomara que ela tenha condições físicas para correr;
3 - Quem anda de bicicleta é porque é pobre e não pode andar de carro, então, não merece respeito nenhum. Essa é a triste realidade que temos, é verdade. A pesar de na lei constar que o ciclista deve ser respeitado, ficando o motorista a um metro e meio de distância e protegendo-o, afinal, uma batida de carro pode ser mortal, o ciclista é totalmente desrespeitado. Chegam mesmo a dizer que "eles" (os ciclistas) só servem para atrapalhar o trânsito. Mais uma prova de que os motoristas se consideram donos das ruas;
4 - Os transportes públicos são de má qualidade, má não, péssima, todavia ninguém protesta. As pessoas fazem torcidas organizadas, se organizam durante um ano inteiro para festejar o carnaval, mas ninguém se organiza para protestar e exigir melhores e mais dignos transportes coletivos. No fundo, as pessoas aceitam, pois sonham em poder comprar um carrinho e sair daquele inferno, daquela situação humilhante em que muitas vezes são obrigadas a suportar.
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Só que, se existissem mais ciclistas nas ruas, menos pessoas andando de carro e utilizando mais transportes coletivos (bons transportes, efetivos e dignos), quando precisássemos realmente usar o carro, as ruas não estariam o caos que está. Hoje o cenário é de engarrafamento o tempo inteiro, as ruas lotadas de carros, por conta disso vemos motoristas irritados, fazendo coisas absurdas, tomando atitudes imprudentes e irresponsáveis, colocando em risco a vida de várias pessoas sem sequer se dar conta do que estão fazendo, sem perceberem que podem a qualquer momento tirar a vida de alguém. Porque, afinal, ninguém acha que vão matar alguém no trânsito, o outro sim, o outro motorista que é barbeiro, que é mal-educado pode, "eu não", "comigo isso nunca vai acontecer" porque eu "dirijo bem".
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E onde está o Estado? Temos um poder central que deveria nos garantir essa proteção. O pedestres, os ciclistas estão em constante desproteção do Estado. Até quando? Quando as autoridades irão implementar uma política de segurança a todos? Quantas pessoas mais terão de morrer nesse sistema que privilegia o carro?
Até quando vamos continuar aceitando isso?