Vamos dialogar sobre tudo, desde Literatura, questões de sentimentos humanos a problemas sociais. Sintam-se em casa!
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Morro dos ventos uivantes - livro, filme e canção
Na verdade, assisti a versão de 1992 com Juliette Binoche, que está abaixo, mas indico o vídeo de cima (versão de 2009) pela música que, além de retratar a história de Cathy e Heathcliff, é música de minha infância. Quando pequena não fazia ideia de sua beleza e tampouco do belo livro que havia sido tema de inspiração para Kate Bush.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Breve biografia de Leão Tolstoi
Retrato feito pelo pintor Jan Styka *
Por ele mesmo...
Pertenço à categoria dos loucos mansos
Quem sou eu? Um dos quatro filhos de um tenente-coronel na reserva, que ficou órfão aos sete anos de idade, educado por mulheres e por estranhos, e que, sem que o houvessem preparado com qualquer educação mundana ou intelectual, penetrou no mundo por volta dos dezessete anos. Não tenho grandes riquezas, não ocupo na sociedade um lugar particularmente brilhante e sobretudo não tenho princípios. Careço de amigos influentes, não tenho modo de vida plausível, mas o meu amor-próprio não tem medida. Sou feio, grosseiro, sujo e mal-educado, se vejo as coisas como as vê o mundo. Sou irascível, chato, intolerante e tímido como uma criança. Sou um labroste com todas as letras. O que sei aprendi-o sozinho, mal, por sacolejões, de modo descosido; e é bem pouco. Sou intemperante, indeciso, inconstante, estupidamente vaidoso e expansivo como todos os fracos. Coragem não tenho nenhuma. A minha preguiça é tal que a ociosidade se tornou para mim uma exigência. Sou boa pessoa, entendo por isto que gosto do bem, fico de mal comigo quando dele me afasto e é com prazer que volto atrás. Todavia uma coisa há que pode comigo mais que o bem: é a glória. Sou tão ambicioso que, a darem-me a escolher entre a glória e a virtude, muito me temo que não escolhesse a primeira. Modesto é que não sou, sem sombra de dúvida. Por isso me vêem com este ar de cão batido, por fora, que, se querem saber o que é orgulho olhem lá para dentro.
*
Sou o doente número 1 do asilo de loucos que é a minha casa de lasnaia Poliana. Temperamento sanguíneo. Categoria, a dos loucos mansos. A minha loucura consiste em crer que posso mudar a vida dos outros por meio de palavras. Sintomas gerais: não suporto o actual regime; grito contra tudo e contra todos, excepto contra mim; mudo como ventoinha e sou irritadiço, sem resguardo por quem se prontifica a escutar-me às boas. Muita vez, após a excitação e a fúria, baqueio a um estado de hipersensibilidade e lágrimas, que é tudo quanto há de menos normal. Sintomas particulares: entrego-me a trabalhos manuais, engraxo e fabrico calçado, ceifo feno e realizo outras fainas materiais.
*
No que tange à minha vida, se a considero do ponto de vista do bem e do mal que pude fazer, dou-me conta de que toda a minha longa existência se divide em quatro períodos: a primeira, época poética, maravilhosa, inocente, radiosa, da infância até aos catorze anos. Vêm depois vinte anos horríveis de grosseira depravação ao serviço do orgulho, da vaidade e sobretudo do vício. O terceiro período, de dezoito anos, vai do meu casamento à minha ressurreição espiritual: o mundo poderia também qualificá-la de moral, pois durante esses anos levei uma vida familiar honesta e regrada, sem me abandonar a nenhum dos vícios que a opinião pública reprova. Mas interessava-me estritamente tão-só pelas preocupações egoístas concernentes à minha família, ao bem-estar, ao sucesso literário e a todas as minhas pessoais satisfações. Enfim, a quarta fase, aquela em que vivo, após a minha redenção moral. A tudo isso nada desejo mudar, a não ser os maus hábitos contraídos no decurso dos períodos anteriores.
Leão Tolstoi
Fontes:
Gigantes da Literatura Universal. Tolstoi. Verbo editora,1972.
Extactos de: Diário,7 de Julho de 1854; Nota grácil de 1873: Memórias, 1903-1906
Curiosidade: Minha filha, em busca de mais conhecimento sobre Tolstoi, mostrou-me o livro Gigantes da Literatura Universal do qual tirei o texto acima. Portanto, contribuição da Dona Thaís :)
Marcadores:
Escritores,
Homens importantes,
Livros
domingo, 23 de janeiro de 2011
Metamorfoses de Ovídio - poema Cosmogonia
Metarfoses não é a versão integral de um dos maiores esforços poéticos da época - cerca de doze mil versos, distribuídos em quinze livros, que trazem à tona aproximadamente duzentos e cinqüenta lendas, segundo Zélia de Almeida Cardoso em seu livro sobre Literatura Latina; enfim, a essa obra é que devemos parte de nosso conhecimento acerca de alguns episódios da mitologia greco-latina.Públio Ovídio Nasão, poeta latino, escreveu os versos, dedicando-os à transformação, uma espécie de versão mitológica da história natural em ordem cronológica. Escritos na época que foi banido de Roma, pelo imperador Augusto, o Metamorphoseon Libri é, sem dúvida nenhuma, o poema mais importante da tradição greco-romana, muitos pintores, escultores e outros artistas se inspiraram nos versos de Ovídio, uma ode à tradição dos ardentes amores mitológicos do universo pagão que alimentou a fantasia de gerações através dos séculos. Além de legar a posteridade a estilista e a estrutura de seus versos, no caso do Metamorphoseon, versos hexamétricos, em sua inimitável facilidade de metrificar.
O poema tem caráter etiológico, isto é, conta a origem das plantas, animais e minérios deste a origem mitológica até o tempo do poeta, onde nos últimos versos, o tio de Augusto, Júlio César é transfigurado em cometa pela deusa Vênus após ser assassinado. Todos os versos estão articulados em torno de fábulas em que se registra uma transformação. Nesta edição, o célebre Manuel Maria Barbosa, du Bocage, faz uma das mais notáveis versões, que escolhe trechos da obra hercúlea para formar uma medida única, ou como escreve na introdução, o professor João Ângelo Oliva Neto, Bocage dá um ritmo, " o texto de Bocage tem o condão de se fazer ler e ouvir sem que se percam o tom, as imagens, e principalmente, o deleite na compreensão".
Bocage versificou os hexâmetros latinos em seus decassílabos, mesmo que sejam enxertos, o poeta consegue nos mostrar diversas histórias, aos quais são: As metamorfoses, Io, Precipicio de Faetonte, A gruta da inveja, O roubo de Europa por Júpiter, A morte de Píramo e Tisbe, Cadmo e Hermíone, Atlante convertido em monte, Progne, Tereu e Filomela, O roubo de Orítias por Bóreas, A descida de Orfeu aos infernos a buscar Eurídice, Ciniras e Mirra, Midas convertendo tudo em ouro, A gruta do sono, Ésaco e Hespéria, O sacrifício de Polixema e a metamorfose de Hécuba, sua mãe, Pico e Canente, A apoteose de Enéas, A apoteose de Rômulo e Hercília e A alma de Júlio César mudada em cometa.
Um canto épico, onde o amor pessoal suplanta deuses e homens. Mortais se transmutam-se de forma tão valorosa que os deuses descem ao mais baixo grau de passionalidade. Uma obra única, que faz pensar que o melhor caminho de se transmutar-se é percorrer a si próprio.
Cadorno Teles
Fonte:http://www.letraselivros.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=583&Itemid=65
OVÍDIO
Cosmogonia
Antes do mar, da Terra e Céu que os cobre
Não tinha mais que um rosto a Natureza:
Este era o Caos, massa indigesta, rude
E consistente só num peso inerte.
Das coisas não bem juntas as discordes,
Priscas sementes em montão jaziam;
O Sol não dava claridade ao mundo,
Nem, crescendo, outra vez se reparavam
As pontas de marfim da nova Lua.
Não pendias, ó Terra, dentre os ares,
Na gravidade tua equilibrada,
Nem pelas grandes margens Anfitrite
Os espumosos braços dilatava.
Ar e pélago e terra estavam mistos:
As águas era, pois, inavegáveis,
Os ares, negros, movediça, a terra.
Forma nenhuma em nenhum corpo havia
E neles uma coisa a outra obstava,
Que em cada qual dos embriões enormes
Pugnavam frio e quente, húmido e seco,
Mole e duro, o que é leve e é pesado.
Um Deus, outra mais alta natureza
À contínua discórdia enfim põe termo:
A Terra extrai dos céus, o mar da Terra
E ao ar fluido e raro abstrai o espesso.
Depois que a mão divina arranca tudo
Do enredado montão e o desenvolve,
Em lugares diversos que lhe assina,
Liga com mútua paz os corpos todos.
Súbito ao cume do convexo espaço
O fogo se remonta ardente e leve;
A ele no lugar, na ligeireza
Próximo fica o ar; mais densa que ambos
A Terra puxa os elementos vastos,
Da própria gravidade é comprimida.
O salitroso humor circunfluente
A possui, a rodeia, a lambe e aperta.
Assim, depois que o Deus (qualquer que fosse)
O grão corpo dispôs, quis dividi-lo
E membros lhe ordenou. Para que a Terra
Não fosse desigual em parte alguma,
Por todas a compôs em forma de orbe.
Ao mar então mandou que se esparzisse,
Que ao sopro inchasse dos forçosos ventos
E orgulhoso abrangesse as louras praias;
À mole orbicular deu fontes, lagos,
Rios cingindo com oblíquas margens,
Os quais, em parte obsortos pelas terras
Várias, que vão regando, ao mar em parte
Chegam e, recebidos lá no espaço
De águas mais livres e extensão mais ampla,
Em vez das margens assalteiam praias.
O Universal Factor também dissera:
“Descei, ó vales, estendei-vos, campos,
Surgi, montanhas, enramai-vos, selvas!”
Como o Céu, repartido, à dextra parte
Tem duas zonas, à sinistra, duas.
E uma, no centro, mais fogosa que elas,
Assim do Deus o próvido cuidado
Pôs iguais divisões no térreo globo,
Ele é composto de outras tantas plagas:
Aquela que das mais está no meio
Em calores inóspitos se abrasa;
Alta neve enregela e cobre duas;
Outras duas, porém, que entre elas ambas
O Númen situou, são moderadas:
Misto o frio e calor. Fica eminente
A estas o ar que, assim como é mais leve
O pesa da água que da terra o peso,
Tanto mais peso coube ao ar que ao fogo.
Deus ordenou que as névoas e que as nuvens
Errassem no inconstante, aéreo seio;
Que os ventos o habitassem, produtores
Dos penetrantes frios que estremecem,
E os raios, os trovões que o mundo aterram;
Mas o Supremo Autor não deu nos ares
Arbitrário poder aos duros ventos:
Bem que rebentem de encontrados climas,
Resistir-se-lhe pode à fúria apenas,
Vedar que em turbilhões lacere o mundo:
Tanta é entre os irmãos a desavença!
Euro foi sibilar ao céu da Aurora,
Aos reinos nabateus, à Pérsia, aos cumes
Que o raio da manhã primeiro alcança.
O Véspero, essas plagas, que se amornam
Com Febo ocidental, estão vizinhas
Ao Zéfiro amoroso; o fero Bóreas
Da Cítia fera e dos Triões se apossa;
As regiões opostas humedece
Austro chuvoso com assíduas nuvens.
O Númen sobrepôs aos elementos
O líquido e sem peso éter brilhante
Que das terrenas fezes nada envolve.
Logo que tudo com limites certos
Foi pela eterna dextra sinalado,
As estrelas, que opressas, que abafadas
Houve em si longamente a massa escura,
A arder por todo o Céu principiaram;
E, porque não ficasse do universo
Alguma região desabitada,
Astros e deuses tem o etéreo assento,
O mar aos peixes nítidos é dado,
Aves, ao ar, quadrúpedes, à terra.
Fonte: Livro Metamorfoses com tradução de Bocage.
Marcadores:
Homens importantes,
Livros,
Poesias
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Obra de Antônio José Avelãs Nunes - Uma introdução à economia política

O trecho abaixo é um resumo de uma determinada parte do livro "Uma introdução econômica e política" de Antônio José Avelãs Nunes acerca da Globalização:
.
Os povos colonizados foram as grandes vítimas destas duas ondas de mundialização e globalização. [...] Eles pagam, com a sua "dependência", com o seu "desenvolvimento impedido", uma parte importante dos custos do desenvolvimento das potências capitalistas e da sua 'sociedade abundância'. [...] é um mundo em que "o sol nunca se põe no império da Coca-Cola". (p. 227)
[...]
[...] marcado pela afirmação decisiva dos 'aparelhos ideológicos' como instrumento de domínio por parte dos produtores da ideologia dominante, a ideologia do 'pensamento único', a ideologia da massificação dos padrões de consumo, dos padrões de felicidade, a ideologia que impõe a 'sociedade de consumo' como paradigma de desenvolvimento, a ideologia que pretende anular as culturas e as identidades nacionais. (p. 227)
[...]
Em 2001, em Porto Alegre, aconteceu o Fórum Social Mundial onde se afirmou o direito dos povos a organizarem-se livremente em vastas comunidades de nações solidárias, com o objetivo de evitar o domínio dos mais poderosos sobre os mais fracos, o direito de se protegerem por meio de barreiras de preferências comunitárias. Defendeu o direito dos povos à proteção das suas atividades vitais, o direito à livre escolha do modo de valorizar o seu território e os seus recursos, o direito a promover e a preservar a sua auto-suficiência alimentar. O Fórum rejeitou a lógica globalizadora que reduz à dimensão de simples mercadorias os valores sociais, as culturas e todos os valores que constituem a essência da identidade dos povos. (p. 236 e 237)
Os povos colonizados foram as grandes vítimas destas duas ondas de mundialização e globalização. [...] Eles pagam, com a sua "dependência", com o seu "desenvolvimento impedido", uma parte importante dos custos do desenvolvimento das potências capitalistas e da sua 'sociedade abundância'. [...] é um mundo em que "o sol nunca se põe no império da Coca-Cola". (p. 227)
[...]
[...] marcado pela afirmação decisiva dos 'aparelhos ideológicos' como instrumento de domínio por parte dos produtores da ideologia dominante, a ideologia do 'pensamento único', a ideologia da massificação dos padrões de consumo, dos padrões de felicidade, a ideologia que impõe a 'sociedade de consumo' como paradigma de desenvolvimento, a ideologia que pretende anular as culturas e as identidades nacionais. (p. 227)
[...]
Em 2001, em Porto Alegre, aconteceu o Fórum Social Mundial onde se afirmou o direito dos povos a organizarem-se livremente em vastas comunidades de nações solidárias, com o objetivo de evitar o domínio dos mais poderosos sobre os mais fracos, o direito de se protegerem por meio de barreiras de preferências comunitárias. Defendeu o direito dos povos à proteção das suas atividades vitais, o direito à livre escolha do modo de valorizar o seu território e os seus recursos, o direito a promover e a preservar a sua auto-suficiência alimentar. O Fórum rejeitou a lógica globalizadora que reduz à dimensão de simples mercadorias os valores sociais, as culturas e todos os valores que constituem a essência da identidade dos povos. (p. 236 e 237)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Filosofia no YouTube - Foucault em Vigiar e punir

Descobri que no YouTube tem vários vídeos sobre filosofia, incluindo um antigo quadro do Fantástico sobre o assunto "Ser ou não Ser" com a filósofa Viviane Mosé, uma especialista no assunto. Qualquer um dos vídeos delas que você assistir, terá uma excelente aula.
Mas voltando ao Foucault, tem um livro importante dele intitulado "Vigiar e punir", que para quem quiser saber mais sobre o assunto pode ter uma ideia do livro em vários vídeos no YouTube. O tema trata de punição e controle da sociedade. Abaixo deixo alguns links, tanto para o de Foucault (também com a filósofa Viviane Mosé), como o da série da Globo. Um deles apresenta os diversos tipos de punições, dos suplícios até os dias de hoje:
Para quem gosta do assunto, vale a pena dar uma olhada e filosofada!
Marcadores:
Curiosidades,
Diálogos,
Homens importantes,
Livros
terça-feira, 20 de abril de 2010
Persépolis e o novo livro de Marjane: Bordados
Filme Persépolis e o novo livro de Marjane: Bordados
Pessoal, o vídeo acima apresenta cenas do filme Persépolis e ainda apresenta o novo livro de HQ de Marjane Trapassi, Bordados.
Ah, o video veio do link abaixo:
Curtam!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Budapeste, livro do Chico
Terminei o livro do Chico "Budapeste". Gostei bastante da história, não é nada convencional. Conta a história de um homem que parece perdido, entre o amor de sua mulher e o de outra em que ele acabara conhecendo em Budapeste. Mas vai além, ele não está só perdido entre amores, está, na verdade, perdido nele mesmo. O filme com o mesmo título já está nas locadoras, já ouvi falar que é muito bom.
Fica então a dica, se não tiver tempo para o livro, ainda tem o filme, que por sinal, ainda pretendo assistir.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Pequeno Príncipe
Para quem, como eu, é fã do Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry e quer compreender um pouco mais dessa maravilhosa obra literária infanto-juvenil, que para mim é muito mais para adultos do que para crianças, deve ler um artigo que está no blog de uma grande amiga:
Por sinal, é dela e de outra colega nossa. Elas fizeram um levantamento da obra inteira, percorrendo juntamente com o Pequeno Príncipe os planetas visitados por ele e observando atentamente a relevância disso, o simbolismo dos personagens e suas metáforas. Não percam, o artigo é excelente!

Marcadores:
Curiosidades,
Livros
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Livros grátis, grandes clássicos da literatura universal


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Esse é o endereço para termos acesso a uma porção de clássicos da literatura brasileira, é só clicar no link acima e aproveitar, ou então, clicar na lista abaixo. Deixarei uma lista que recebi por e-mail, não sei se tem mais alguma coisa além destes...
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Esse é o endereço para termos acesso a uma porção de clássicos da literatura brasileira, é só clicar no link acima e aproveitar, ou então, clicar na lista abaixo. Deixarei uma lista que recebi por e-mail, não sei se tem mais alguma coisa além destes...
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth -William Shakespeare
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear -William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. O Ateneu -Raul Pompéia
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. Noite de Almirante -Machado de Assis
258. O Sertanejo -José de Alencar
259. A Conquista -Coelho Neto
260. Casa Velha -Machado de Assis
261. O Enfermeiro -Machado de Assis
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. Poemas -Safo
266. A Viuvinha -José de Alencar
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. Ulysses -James Joyce
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. Cícero -Plutarco
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. As Religiões no Rio -João do Rio
275. Várias Histórias -Machado de Assis
276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. Bons Dias -Machado de Assis
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. A Capital Federal -Artur Azevedo
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. Balas de Estalo -Machado de Assis
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. Antigonas -Sofócles
286. A Dívida -Artur Azevedo
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. Uns Braços -Machado de Assis
289. Ubirajara -José de Alencar
290. Poética -Aristóteles
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. Via-Láctea -Olavo Bilac
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. A Pata da Gazela -José de Alencar
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. O que é o Casamento? -José de Alencar
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
Assinar:
Postagens (Atom)